Quanto mais rico e variado é o campo de experiências possíveis, mais fácil nos é escapar às inexoráveis necessidades do hábito e da rotina. Para Olafur Eliasson, também esta transgressão ao hábito é uma das condições para a liberdade individual e colectiva.
“Luisa Cunha (Lisboa, 1949) é uma das artistas mais singulares e inovadoras do contexto artístico português” – refere um dos textos de Serralves, de divulgação da exposição da artista que está a decorrer, até 7 de Outubro, na Casa de Serralves.