Rodrigo Oliveira fala das questões que levanta, da diversidade formal - “é o despiste total”, - do que pensa e como o faz, como desenvolve o seu trabalho e onde pesquisa. A sua obra é crítica, sem retórica, mas pela descontextualização de muitos dos elementos que a constituem, “arrancados” à obscuradidade do nosso quotidiano e postos num “palco” para que não tinham sido imaginados. Na altura da entrevista o artista expunha “Da obra ao Texto” na Galeria Presença, no Porto.
Lúcia David expõe em “Domestic Poetry & Embryo” esculturas no formato “Book Arts”, na Galeria Trema, em Lisboa de 18 de Abril a 16 de Maio. Sobre a mostra publica-se um texto da autoria da artista.
Edgar Martins expõe topologias no Museu do Oriente, em Lisboa, até 19 de Abril. Sobre a mostra de fotografia publica-se um texto da autoria do artista, “Paisagens do Além: O Problema da Objectividade".
Sara Franco expõe em “Crash” uma série de pinturas onde reproduz a efemeridade caótica do quotidiano urbano. Sobre a mostra patente na Galeria Bernardo Marques, em Lisboa, de 7 de Maio a 20 de Junho publica-se um texto da artista.
Ângelo de Sousa expõe “Em Branco” até 10 de Maio na galeria do Instituto Politécnico de Tomar, em Tomar. Na exposição estão presentes dois conjuntos de desenhos: um de esculturas de pequena dimensão, realizado nos anos 60, e um segundo grupo, com uma escultura de maior dimensão, realizado já neste século. Sobre a mostra publica-se um texto da autoria do artista.
O anacoluto – mudança da função sintática de um elemento num dado discurso – encontra-se quer na estrutura interna das obras de arte contemporânea, quer nas relações que elas mantêm com o espaço, o observador e os referentes temáticos. Os campos em que se aplica são agora bem mais vastos do que eram há dois séculos atrás, quando os movimentos artísticos, através do impulso dado pelo romantismo e pelo aparecimento da fotografia, começaram a questionar formas, conteúdos e léxicos de expressão visual.
By Risoleta da Conceição Pinto Pedro,
on 28-03-2009 19:54
Exposição temporária no CCB: desenho e pintura.
Para lá das discussões sobre se é mais surrealismo ou menos surrealismo, se houve ou não houve surrealismo em Portugal, se evoca ou não a pintura de De Chirico, entro na exposição com uma tremenda amnésia de tudo o que li, ouvi e aprendi depois dos seis anos, e é a esses anos que regresso. Assim visito a exposição na companhia da menina, ou melhor, é a menina de antes da escola que visita a exposição. O que transforma tudo, imediata e totalmente; as pinturas, como por magia, transfiguram-se perante os meus olhos. O olhar da menina transforma a exposição como o observador altera o comportamento do átomo.
A obra de Carlos No procura despertar no observador outras formas e níveis de consciência. Numa realidade reconstruída, a essência do quotidiano persiste intencionalmente. Os problemas que afectam a condição humana, suprimidas as irrelevantes particularidades espácio-temporais, alcançam uma outra dimensão. Em “Solarium”, trabalho que No apresentou na Galeria Novo Ciclo ACERT, em Tondela, os espectadores foram confrontados consigo próprios, através de uma situação bipolarizada.
A exposição “Invisões, Portugal Visto pelos Fotógrafos Franceses”, está patente ao público no Centro Português de Fotografia, no Porto, de 4 de Abril a 28 de Setembro. Sobre a mostra, que assinala o Bi-centenário das invasões francesas e destaca outros tipos de “invasão” mais apreciadas, publica-se o texto de Maria do Carmo Serén.
”Como encontrar um lugar comum ao trabalho de Gonçalo Barreiros, ao cinema e ao texto, sem proceder à construção de um jogo meramente formal e ilustrativo ou, pior ainda, explicativo? Como falar do trabalho de alguém sem dar leituras ou interpretações fechadas sobre esse mesmo trabalho?”, estas questões colocadas por Cíntia Gil e Maria Joana foram o ponto de partida para a curta-metragem que ambas realizaram sobre a obra do artista plástico Gonçalo Barreiros. Apresentada anteriormente na Agência de Arte Vera Cortês, a curta-metragem ”É preciso que a vida inspire confiança”, será exibida quinta-feira, 26 de Março, às 21h30, na Cinemateca Portuguesa Museu do Cinema.
Alexsandr Glyadyelov expõe “The Prison Within” na Galeria Pente 10 – Fotografia Contemporânea, em Lisboa, de 24 de Março a 30 de Abril. Sobre a mostra, onde se exibem dezassete imagens a preto e branco, publica-se o texto de Paulo Nazolino.
Cláudio Garrudo e Jaime Vasconcelos expõem individualmente fotografias no âmbito do “Hay Festival Alhambra 2009”. As mostras estão patentes ao público até 10 de Maio na Biblioteca de Andaluzia em Granada (Espanha). Sobre os trabalhos publica-se o texto da directora artística da Galeria das Salgadeiras, Ana Reis Saramago Matos.
Lita Mora expõe "Los Lugares Imaginarios" na Galeria Por Amor à Arte, no Porto, até 11 de Abril. Sobre a mostra de pintura publica-se um texto da artista.
João Ribeiro expõe “Oklahoma” no Teatro Municipal de Almada, em Almada, até 17 de Maio. A mostra de pintura é inspirada no último capítulo do romance Amerika e constitui o momento inicial de uma série de três exposições com curadoria de Mário Caeiro, sob a designação de «Trilogia Política». Sobre o evento apresenta-se o texto do curador, “Oklahoma uma pintura de joão ribeiro”.
Ângelo de Sousa expõe MIBOM na Galeria Quadrado Azul no Porto, até 11 de Abril. A mostra apresenta pinturas (acrílicos sobre tela), relacionadas com a obra pública criada pelo artista para a Rua Miguel Bombarda. Nas palavras do artista publica-se a história dessa intervenção.
Rita Castro Neves expõe me “Inuit” uma série de fotografias onde recria situações do quotidiano. Retratos apresentados em dípticos, em conjunto com uma paisagem que espelha o estado de espírito da retratada. Sobre a mostra publica-se um texto da artista.
By Mito-Galeria d'Art Contemporani,
on 15-03-2009 18:25
Javier Velasco expõe “El último paisaje” na Mito-Galeria d' Art Contemporani, em Barcelona (Espanha), até final de Março. Sobre a mostra, em que o artista representa a paisagem sob diversas formas, publica-se o texto de Iván de la Torre Amerighi, “El último paisaje o la seducción de la tragedia”.
By FRAC Lorraine | Hélène Guenin | Magali Parmentier,
on 15-03-2009 15:49
Vera Molnar expõe “Perspectives and Variations” no Fonds Régional d’Art Contemporain de Lorraine (FRAC de Lorraine) em Metz (França), até 26 de Abril. As obras da artista nas suas próprias palavras são “ready-mades” mentais- culturais. Sobre a mostra publicam-se o press release da instituição e os textos de Hélène Guenin e Magali Parmentier .
Publicamos o texto da autoria de Jean-François Chougnet, director do Museu Colecção Berardo, sobre a exposição de Peter Kogler no Museu Colecção Berardo, Lisboa, patente até 31 de Maio.
Bethan Huws expõe “Fountain” no museu da Fundação de Serralves, no Porto, até 17 de Maio. Sobre a mostra que reúne trabalhos do autor galês – que apesar de antológica não é retrospectiva pois conta com trabalhos in situ aborda a obra do artista sob um dado ângulo – escreveu o comissário Ulrich Loock o texto para o catálogo que se publica a seguir.
RitaGT apresenta “Visita guiada” no Empty Cube, em Lisboa, num evento de apresentação única na noite de 13 de Março. Sobre a mostra publica-se o texto de João Silvério.
Gerald Petit apresenta Beautiful Strange na Caroline Pagès Gallery, em Lisboa. A inauguração, no dia 19 de Março, contará com uma conversa entre o artista e ocrítico e curador Pascal Beausse, pelas 22h30. Um conjunto de trabalhos que se situam entre a estética da pintura e da fotografia, em exposição até 9 de Maio
Apresentamos de seguida texto de Rita Santos descritivo do trabalho de Gerald Petit.
Miguel Branco é um pintor fora do tempo. Não por atraso ou antecipação. Simplesmente fora. É “absolutamente” contemporâneo, mas produz imagens muitas vezes buscadas na sua formação clássica. Como Godard, procura construir imagens claras sobre as ideias vagas. Actualmente mostra uma série de pinturas e uma escultura numa colectiva na Galeria Caroline Pagès, em Lisboa, juntamente com Rodolfo Bispo, Manuel Ocampo e Jean-Xavier Renaud, até ao dia 7 de Março. A única escultura que expõe faz a ponte com os seus trabalhos actuais, como ele próprio explicou. Não pintava desde 2004.
Ana Pimentel expôe até 24 de Março na Biblioteca Municipal de Ponte de Sor “Perto de Ti”, um conjunto de pinturas onde, segundo a artista, a cultura tradicional portuguesa é usada como referente.
Publicamos a seguir o texto da autoria de Ana Pimentel sobre o seu trabalho.
Nuno Sousa Vieira inaugura dia 27 de Fevereiro na Galeria Graça Brandão, Lisboa, “To Draw An Escape Plan”, segundo o artista, “um projecto expositivo cujo desenho resulta de uma estratégia progressiva cujo objectivo final é a saída do meu ateliê. Esta fuga desenvolve-se num conjunto de procedimentos e etapas, em que cada uma delas é causa directa da que a antecede e cujo objectivo final é a determinação do lugar de saída.” Patente até 4 de Abril.
Publicamos a seguir o texto de Nuno Sousa Vieira sobre esta mostra.
No âmbito das comemorações dos 50 anos do Hospital de S. João, decorre na Sala Joshua Benoliel do Centro Português de Fotografia, no Porto, até 15 de Março, a exposição “3 Formas de Ver” de Luís Ferreira Alves, Olívia da Silva e Paulo Pimenta. Sobre a mostra publica-se o texto de Adriana C. Baut.
Publicamos o texto da autoria de Sandra Lourenço sobre a exposição de Carlos No, “Solarium”, na Galeria Novo Ciclo Acert, Tondela, publicado no catálogo da exposição.
Natércia Caneira inaugura no Centro Cultural de Cascais, dia 27 de Fevereiro, “Skyline Connect”. Esta exposição de fotografia e desenho, patente até 8 de Março, resulta de um projecto comissionado pela United Media, constituído por imagens fotográficas captadas por via digital, durante pequenos percursos realizados em Lisboa e Viena, durante o mês de Novembro e Dezembro de 2007. São trabalhos que abordam o estado de viagem como elemento dinamizador de processos criativos, e a construção cumulativa de experiências vivenciais enquanto elemento base de uma comunicação interligada.
Publicamos a seguir o texto de Natércia Caneira sobre este trabalho.
AAgênciadeArteVeraCortêsrecebe,entre27deFevereiroe4deAbril,aexposiçãoindividual”AtEyeLevel”,deSusanneS.D. Themlitz.Umconjuntodenovostrabalhosquepertencemàsérie”ParallelLandscapes/InSearchoftheMirrorNeurons”,iniciadapelaartistaem2007,quecontaatéàdatacom32obrassobrepapelequetematicaetecnicamentevasta,aindanãoseencontra concluída. Apresenta-se a seguir texto deCarl Friedrich Schröer(TraduçãodeMiguelGranja)descritivodotrabalhodaartista.
A Fundação Nadir Afonso irá ter novas instalações até ao final de 2010, em Chaves, em edifício da autoria de Siza Vieira que irá ser construído na zona histórica, na zona ribeirinha do Rio Tâmega - foi ontem anunciado.