Zaneta Jasaityté expõe na Galeria Serpente, no Porto, de 22 de Janeiro a 26 de Fevereiro de 2011. A mostra de pintura tem por suporte objectos estandardizados a que se associam significados não visuais de carácter emocional. Sobre este trabalho de Zaneta publica-se um pequeno texto de Remigijus Venckus.
Maria Oriza expõe na Galería Astarté, em Madrid, até ao próximo dia 29 de Janeiro de 2011. A artista apresenta esculturas realizadas que se desenvolvem a partir de modelos matemáticos. Sobre a mostra publica-se a seguir um texto da autoria de Victor Erazo.
André Banha expõe em Lisboa, até 22 de Janeiro na VPF Cream Art Gallery. Sobre a mostra onde o artista apresenta desenhos e esculturas publica-se a seguir o texto “Artisan d'abord” de Philip Cabau.
A obra de David de Almeida exposta no Palácio Galveias, em Lisboa, até 30 de Janeiro de 2011. Na mostra é possível ver alguns dos trabalhos que o artista realizou ao longo dos últimos 30 anos. Luiz Fagundes Duarte interpreta o trabalho de David de Almeida a partir de palavras do próprio artista. Publica-se a seguir o texto "Divergir, divagar, combinar."
David de Almeida expõe no Palácio Galveias em Lisboa, até 30 de Janeiro de 2011. Afim de proporcionar leituras ao trabalho que o artista português tem vindo a desenvolver ao longo dos último trinta anos publica-se a seguir o texto "Arte pura, pura arte" da autoria de Tomás Paredes, Presidente da Associação Madrilena de Críticos de Arte.
Jorge Martins expõe gauches realizados durante os anos 70 na Galeria Giefarte em Lisboa, de 29 de Novembro a 14 de Janeiro. Sobre a mostra intitulada “Guaches anos 70, publica-se o texto “Sem Título” de José Sarmento de Matos .
Juan Araujo expõe “La Silla del Diablo” de 25 de Novembro a 8 de Janeiro de 2011 na Cristina Guerra Contemporary Art, em Lisboa. Sobre a mostra pubica-se o texto “O lugar tropical no qual o diabo se senta ” da autoria deCarla de Ultra Mendes.
Rivane Neuenschwander (Belo Horizonte, Brasil, 1967), expõe “Dominó Caníbal na Sala Verónicas em Murcia (Espanha), até 12 de Dezembro. Sobre a mostra publica-se a seguir o texto do comissário Cuauhtémoc Medina.
Erika Babtz expõe “Bodegones berlineses - auf die Vergänglichkeit ” de 19 de Novembro a 7 de Janeiro na Galeria Utopia Parkway, em Madrid (Espanha). Sobre a mostra publica-se o texto “Una vida después de alguna muerte” da autoria da artista.
Luiza Baldan expõe “Sobre Umbrais e Afins” na Plataforma Revólver em Lisboa, de 25 de Novembro a 22 de Janeiro. Sobre a mostra publica-se o texto “Qualquer Lugar” de Felipe Scovino, curador da exposição.
By Risoleta da Conceição Pinto Pedro,
on 01-08-2010 17:24
Da Exposição de Joalharia Contemporanêa - Tangenciais EXD0 à Mostra Jovens Criadores 2009 em Évora.
Primeiro local: Hotel Altis ali a Belém, do lado do rio. Só por isso valeria a pena lá ir. Mas havia mais. Esta exposição de joalharia de alunos da Ar.Co e outros criadores que valeu bem a pena visitar. As peças estavam colocadas em prateleiras incrustadas na parede e iluminadas por trás do vidro protector. Os materiais vão do contraplacado à fita-cola, cera de abelhas e outros, passando pelo (ainda?) incontornável metal. Mas a ideia é comum. Porque há uma ideia. E essa é tão moderna quanto velha. Como o mundo.
By Risoleta da Conceição Pinto Pedro,
on 10-06-2010 15:02
“O esquecimento guarda sempre, reprimida na bruma do oculto, uma dor” - Risoleta da Conceição Pinto Pedro prefere, por isso, falar de memória. Neste seu artigo, escrito a propósito do dia de Portugal, de Camões e das Comunidades e da exposição Conexões, de escultura e desenho de João Lino, fala-nos da mais profunda memória do Homem: o símbolo.
By Risoleta da Conceição Pinto Pedro,
on 03-04-2010 15:12
Joana Vasconcelos e Bordalo no Jardim do Museu: Já escrevi pelo menos duas vezes sobre Joana Vasconcelos, digo, sobre trabalhos seus. Ou a sua forma de vestir. Não de se vestir, mas de vestir aquilo que não é habitual os humanos vestirem: deuses e sapos sempre se mostraram à vontade sem roupas, mas Joana V decidiu vesti-los.
Cristina Ataíde expõe “Suspender o Ar” na Casa da Cerca, em Almada, até ao dia 16 de Maio de 2010. Filipa Oliveira escreveu um texto para o catálogo, que publicamos na íntegra.
Marta Jecu é a autora do presente artigo sobre Alexandru Poteca (1976), um artista romeno que desenvolve a sua obra intervindo sobre objectos de uso diário dos períodos comunista e pós-comunista. A autora do texto (em inglês) está a concluir o doutoramento em Berlim, na Freie Universität, e vive em Lisboa, onde faz investigação sobre alguns artistas portugueses contemporâneos.
A exposição de Susanne Themlitz no espaço da Ermida recuperou na minha memória uma série de obras da autora realizadas em 1997. As Portable Landscapes (Paisagens Transportáveis) são compostas por caixas que contêm paisagens moldadas a gesso e desenhos emoldurados onde podemos reconhecer, em dois planos da produção da artista, a importância do espaço e da significação da palavra.
“Uma voz que fala sobre um filme: é esta a essência do belíssimo texto de Marguerite Duras, L’Homme Atlantique, que está no coração deste trabalho de Conceição Abreu” - Luísa Soares de Oliveira, em texto que a seguir publicamos sobre a exposição na Sala do Veado. Conceição Abreu expõe “Absence” na Sala do Veado do Museu Nacional de História Natural, em Lisboa, de 7 a 31 de Janeiro.
Luís Palma apresenta no dia 29 de Janeiro na Caroline Pagès Gallery, Lisboa, “Ocupação”. Uma mostra de fotografias delineada a partir da recolha de imagens fotográficas no Parque Natural da Ria Formosa, Algarve. Patente até dia 13 de Março. Sobre esta exposição publicamos o texto da autoria de Rita Santos.
A exposção “Anos 70. Atravessar fronteiras", patente no Centro de Arte Moderna da Gulbenkian até 3 de Janeiro, é comissariada por Raquel Henriques da Silva, autora do texto de "Apresentação" que hoje publicamos.
O final dos anos 60 corresponde ao início de um período de grandes promessas de mudança nos campos político, cultural e artístico, no qual se viriam a destacar algumas alterações nos bastidores das artes plásticas com consequente transformação no domínio do mercado de arte, o que veio a definir todo o período marcelista, formando uma conjuntura peculiar na história portuguesa.
Isabel Baraona expõe “folhas, páginas e outros desenhos” na galeria da Associação Artadentro, em Faro, de 18 de Janeiro a 6 de Fevereiro de 2010. A artista apresenta um vídeo e desenhos originais, destinados a publicação, integrando a série “os Livros de cores”. Vasco Vidigal escreve sobre a artista.
Pensar a obra é um acto que para a maioria é uma incógnita. O desvendar dos processos permite a quem vê um interesse maior pelo suporte de leitura de que passa a dispor. João Pedro Vale pensa os seus trabalhos numa relação íntima com o público, recorrendo a elementos do imaginário colectivo na construção de uma obra que só se completa com as múltiplas leituras dos observadores. Do público, no entanto, apenas lhe interessa esta interacção e não enquanto massa crítica.
“All the imperfect things” é o título da exposição de Pedro Constantino (1972) na Galeria Serpente, no Porto, até 22 de Dezembro, uma mostra de um artista que, após uma longa paragem, regressa à actividade expositiva. Mário Bruno Pastor escreve sobre o trabalho de Pedro Constantino.
La presentación del trabajo de diferentes artistas en un mismo espacio es el resultado, por lo general, de la definición previa de un concepto que cada obra viene, por así decirlo, a desarrollar. Esta norma no se aleja mucho, en términos de procedimiento, de la actividad premoderna de la ilustración, en que la imagen se subordinaba a la palabra. Como es evidente se trata siempre, en este tipo de colectivas, de una palabra pensada y escrita, pero que determina obligatoriamente la presencia y la exclusión de obras.
Para Nuno Vicente, a obra começa e acaba com o público presente, como um acto de patilha. Aspira a poética e a intemporalidade, e considera só poder atingi-la com temas universais, que a arte sempre abordou.
Sónia Almeida vive a pintura pela pintura, que desenvolve a partir de uma recolha feita através de apontamentos gráficos. São “coisas muito visuais” centradas na forma como olha e que explica nesta entrevista.
“Genius Loci”, o espírito do lugar da própria galeria que apresenta a exposição, é o conjunto de oito composições place-specific com que Paulo Lourenço marca passagem pela Galeria Diferença, em Lisboa, até 9 de Janeiro.
“A interpretação dos Sonhos” é uma exposição de Jorge Molder de características pouco correntes: reúne a série inédita que dá o título à mostra a duas outras - “O Pequeno Mundo”, de 2000, e “Não tem que me contar Seja o que For”, 2002-2007 – doadas pelo artista ao Centro de Arte Moderna (Fundação Calouste Gulbenkian).
Luís Nobre é um artista que procura construir “uma narrativa de princípio e fim” em que “joga” com a diversidade de planos, perspectivas, cores, “todo um lado muito caleidoscópico” que conduz o espectador a “uma explosão quase alucinogénia”.