Sobre a mostra “Here. Once. Again” de Diana Costa patente na Galeria Pedro Serrenho em Lisboa, até 21 de Fevereiro, publica-se o texto de Hugo Dinis “As cidades (In)visíveis.
Mark Laita expõe “Created Equal” nas Galería 3 Punts e Galería Triangle, em Barcelona (Espanha), até 14 de Março. Laita expõe fotografias dispostas em diptíco, revelando polaridades e contradições da sociedade norte-americana. Publica-se a seguir um texto da autoria do fotógrafo sobre este seu trabalho, onde revela os processos que utilizou e as suas motivações.
Somas, subtracções, alternâncias e introvisão dão origem a obras distintas. Na arte pré-moderna a estruturação dos elementos respeitava um sentido de totalidade ausente de grande parte dos trabalhos contemporâneos, fragmentados, destituídos de poética ou presos ao momento, são telegramas incompreensíveis para os seus próprios autores. Ou será que o “todo” se apresenta agora de uma outra forma, dotado que está de uma nova consciência das relações entre as suas “partes”?
“La mirada Vertical”, exposição individual de Miguel Ángel Garcia (n.1952, Madrid), está patente ao público até 28 de Fevereiro na Galería Sicart em Vila Franca del Penedés-Barcelona (Espanha). Sobre a mostra publica-se o texto de Ricardo Desola.
A paisagem urbana e as relações que aí se desenrolam são a fonte do trabalho de Diana Costa. A representação consciente de experiências intensamente vividas, de forma acrítica, evidenciam-se na sua obra, pelo recurso a imagens de significados de aparência neutra. Nem por isso retratam estados indiferentes, exteriores às formas usadas. Fá-lo de forma intensa, envolvida, “à flor da pele”, como a própria o afirma. “Here. Once. Again.” é o título da exposição que tem patente na Galeria Pedro Serrenho, em Lisboa, até 21 de Fevereiro.
Jorge Humberto – Joh inaugura dia 28 de Fevereiro na Galeria Pedro Serrenho – Arte Contemporânea, Lisboa, "Carne Verbo", um conjunto de pinturas patente até ao dia 11 de Abril.
Publicamos o texto "Cerna verbo" do artista Jorge Humberto – Joh sobre a mostra.
By Francisco L. González-Camaño,
on 08-02-2009 21:56
Ruth Morán expõe “Del viento y la trama”, até 15 de Março, na Galería Ángeles Baños, em Badajoz (Espanha). Sobre a exposição de pintura publica-se o texto de Francisco L. González-Camaño.
Ignasi Aballí expõe trabalhos recentes em “Posible/problable” na Galería Elba Benítez, em Madrid (Espanha). Sobre a mostra patente até 28 de Março, publica-se o texto de Olivier Nolla.
“Pablo Picasso: Prints 1904–1905 from the Gallery of Ambroise Vollard, Paris (Part One)” está patente ao público até 1 de Março no terceiro andar do Veletržní Palace, em Praga (República Checa). Sobre a mostra publica-se um texto da comissária Olga Uhrová.
“On the Tea Road”, exposição de fotografia de Zdeněk Thoma, está patente ao público na secção de arte oriental da National Gallery no Zbraslav Château de Prague (República Checa), até 8 de Março. Sobre a mostra publica-se um texto da curadora Helena Honcoopová.
Susana Gaudêncio expõem até 28 de Fevereiro na galeria Carlos Carvalho Arte Contemporânea, Lisboa, “Blocking”, animação, desenho, fotografia e escultura.
Sobre a exposição publicamos o texto “E se um dia parasse para olhar?”, da autoria de Rita Palma.
Sandra Rocha expõe na galeria Fonseca Macedo, Ponta Delgada, “Love Stream”, um conjunto de trabalhos em suporte fotográfico que podem ser vistos até ao dia 28 de Fevereiro.
Publicamos o texto de Delfim Sardo a propósito desta exposição.
No Museu Picasso de Barcelona, em Espanha, está patente ao público até a exposição “Objetos vivos” de Pablo Picasso. A mostra retrospectiva está dividida por diversas secções em que se podem avaliar a diversidade de processos encontrados pelo artista catalão para animar as formas visuais: Arbol/figura (1907-1908); Transformaciones I (1913-1914); Transformaciones II (1915-1916); Transformaciones III (1917-1920); La repetición de motivos; Los cuadernos de dibujo de Picasso de 1924 y 1925; El ballet Mercure (1924); El teatro de la naturaleza muerta;e Objetos monstruosos. Publica-se à frente o texto “Concepto de la exposición” do comissário Christopher Green.
Rui Horta Pereira expõe “Artificializar" na Giefarte, em Lisboa, até 27 de Fevereiro. Sobre a mostra publica-se o texto “O desenho como dimensão do tempo” de Paulo Reis.
“Vice-Versa” de Pascal Ferreira, está patente ao público de 29 de Janeiro a 21 Março, VPF Cream Art Gallery, em Lisboa. Sobre a mostra publica-se o texto de Carolina Rito.
“Inferno: apareceu em rio tinto ” do colectivo de artistas Pizz Buin (Irene Loureiro, Rosa Baptista, Sara Santos e Vanda Madureira), formado nas Caldas da Rainha em 2005, estará patente ao publico na Rock Gallery, em Lisboa, de 29 Janeiro a 21 Março.
Alexander Gutke (n. 1971) expõe na Culturgest do Porto, até 4 de Abril, filmes e diapositivos. Sobre a mostra – que é a primeira apresentação extensiva do trabalho do artista sueco fora do seu país, cobrindo um período que vai do ano 2000 à actualidade – publica-se a seguir um texto do curador da exposição Chris Sharp.
José Luis Raymond expõe em “La sombra habitada” pinturas e objectos, que interagem no espaço expositivo recriado pelo artista no MACUF (Museo de Arte Contemporaneo UNION FENOSA), na Conuña (Espanha), até 22 de Fevereiro. Sobre a mostra publica-se a seguir o texto "Mi habitación" da autoria do artista.
Simon Norfolk, expõe “Genocidio, paisaje, memoria” no MACUF (Museo de Arte Contemporaneo UNION FENOSA), na Conuña (Espanha), até 1 de Março.Sobre a mostra de fotografia, que lembra a pintura de paisagem, publica-se o texto “Yo, la muerte, reino incluso en la Arcadia” do comissário da exposição, Xosé Garrido.
Andrián Carra expõe na Galería Astarte, em Madrid (Espanha), de 20 de Janeiro a 21 de Fevereiro. Sobre a mostra de escultura publica-se a seguir um texto da autoria do artista.
Há mais de um século que os artistas procuram pôr em causa as estruturas de afirmação e consagração. É uma “luta” pela autoridade. Nos últimos anos vemos recrudescerem propostas alternativas aos espaços institucionais. O Voyeur Project View, em Lisboa, é um deles e apesar da notoriedade que conquistou, corre sérios riscos. O seu financiador, uma Fundação a braços com problemas graves a curto prazo, vai suspender o apoio.
Edith Jeřábková, comissária da exposição de Jiři Kovanda, “Pink Carpet, a decorrer até 8 de Março no cGac (Centro Galego de Arte Contemporánea), em Santiago de Compostela (Espanha), escreveu um texto para o catálogo da exposição do qual se publica a seguir um extracto.
O artista brasileiro Albano Afonso expõe na Galeria Graça Brandão, em Lisboa, até 14 de Fevereiro. Na mostra o artista explora o conceito de paisagem a partir de imagens de museus de ciências. Publica-se a seguir o texto “Albano Afonso e a Natureza Construída” da autoria de Paulo Reis.
João Nora apresenta na Galeria Graça Brandão, em Lisboa, o projecto “MySpace”, que tem desenvolvido desde 2007. O Artista distribuiu máquinas fotográficas descartáveis, solicitando que as fotos que fossem realizadas lhe fossem enviadas por e-mail. A partir destes trabalhos realizou algumas telas e pequenos guaches, que agora são mostrados. Sobre a exposição que estará patente até 14 de Fevereiro, publica-se a seguir um texto de Fernando Montesinos.
Eduard Arbós expõe “Vestiges” na Galería Alejandro Sales, em Barcelona (Espanha), até 31 de Janeiro. Arbós questiona a natureza do espaço, da representação e do espaço de representação com as suas pinturas e instalações. Sobre a mostra publica-se a seguir um texto da autoria do artista com o mesmo título, “Vestiges”.
By João Pinharanda | João Miguel Fernandes Jorge,
on 13-01-2009 19:09
Jorge Pinheiro expõe “Coisas várias” de 17 de Janeiro a 29 de Fevereiro na Galeria Fernando Santos, no Porto. Sobre a obra do artista publicam-se a seguir excertos de textos de João Pinharanda e João Miguel Fernandes Jorge
Mauro Cerqueira “nasceu” entre pares e é no seu seio que se impôs. Faz parte do grupo do Projecto Informal do Laboratório das Artes, ao lado de Alberto Carneiro, Miguel Palma, Pedro Calapez, Rui Sanches e muitos outros.
Paulo Brighenti expõe “Is this desire?” até 28 de Março na galeria Porta 33, no Funchal (ilha da Madeira). Sobre a mostra publica-se o texto “O presente da arte” de Miguel von Hafe Pérez.
Miguel Palma expõe o projecto “Claridade” na Sala do Veado do Museu Nacional de História Natural em Lisboa, até 11 de Janeiro. Sobre a mostra publica-se a seguir o texto “O mecanismo do medo” de Rui Afonso Santos.