Laura Ortego expõe “Intemperie” na Galeria Sicart, em Barcelona, até 17 de Janeiro de 2009. Sobre a mostra de fotografia publica-se o texto de Gabriela Francone.
Ao percorrer, na madrilena Galeria Astarte, “Jardín polar” de Olga Simón o observador encontra pedaços íntimos de si próprio. A experiência individual deste trabalho condu-lo a um passeio por dentro do universo interior, para onde o encaminha uma outra realidade construída fotograficamente, que revela e oculta, mas acima de tudo traduz, com sentido poético, a imensidão evocada.
Publicamos o texto “Nada é mais astuto do que uma ilha” de Maria do Mar Fazenda sobre a exposição de desenhos de Mattia Denisse, "As ilhas desertas", patente na Galeria Graça Brandão, Porto, até 31 de Desembro.
Publicamos o texto de André Poejo sobre a exposição “Salão de Outono” de Gonçalo Pena, a decorrer na Galeria Graça Brandão, Lisboa, até 31 de Dezembro.
By e-vai | Ana Ferreira | Voyeur Project View,
on 08-12-2008 16:21
Três exposições estão patentes até 2 de Janeiro de 2009 na Voyeur Project View, em Lisboa. Em “Peep Hole, Paula Prates intervem na percepção espacial, em “Web Cam” apresentam-se um conjunto de vídeos anónimos criados a partir de imagens da internet e em “Screen” Paulo Nisa expõe instalações vídeo.
Gisela Rosenthal escreve um texto sobre o trabalho de Carlos Nogueira, a propósito da exposição “Desenhos, construções e outros acidentes” na Fundação Carmona e Costa, em Lisboa, patente até 31 de Janeiro.
Marta Caldas tem, em Faro, uma exposição que começa e acaba e logo recomeça no próximo ano. Chama-se “Queda”, mas depende de quem lê dizer se é assim que se chama, ou outra coisa, quase homófona mas tão desesperantemente diferente. Há texto, mas não título. E três desenhos e um objecto condicionado. A ver até 15 de Dezembro e posteriormente de 20 a 31 de Janeiro para admirar como Marta Caldas reenquadra o papel do “texto” na obra, incorporando-a sem ser título, explicação ou mera referência poética.
De 25 de Novembro a 20 de Dezembro, o espaço Appleton Square apresenta parte da exposição GRIDS (Grelhas) do artista Pedro Diniz Reis (n. Lisboa, 1972). Sobre a mostra publica-se o texto de Nancy Dantas.
Adriana Molder expõe “V” na Fundação Arpad Szenes Vieira da Silva, em Lisboa até 29 de Março, em simultâneo com "Au Fil Du Temps - Percurso Fotobiográfico de Vieira da Silva". Sobre aquela mostra de pintura publica-se o texto “Vê” do comissário João Pinharanda.
“Jardín Polar”, exposição de fotografia de Olga Simón estará patente ao público até dia 10 de Janeiro de 2009 na Galería Astarte em Madrid. Sobre a mostra publica-se a seguir o texto “Paisajes emocionales, interiores” de Miguel Fernández-Cid .
Aprender. Adquirir Conhecimento e Sabedoria. Expressar a Vontade. Estar. Dominar. Ignorar. Ajudar. Servir. Servir-se. Submeter. Posições individuais a extremarem-se ou a anularem-se? Como caminhar? E para quê?
By João Miguel Fernandes Jorge,
on 31-10-2008 23:01
Acerca da exposição “A part of my life” de Marianne Muller, patente no Centro de Artes Visuais (cav) em Coimbra até 1 de Janeiro de 2009, publica-se o texto de João Miguel Fernandes Jorge.
“A Part of my Life” de Marianne Müller apresenta fotografias da artista e está patente no Centro de Artes Visuais (CAV) em Coimbra até 1 de Janeiro de 2009. Sobre a mostra publica-se um texto de João Miguel Fernandes Jorge e a seguir o texto “Escrever sem palavras” de Albano Silva Pereira.
“Attached”, vídeo de 2008 realizado por Conceição Abreu estará patente ao público de 8 de Novembro a 31 de Janeiro de 2009 no Museu Nacional do Traje e da Moda em Lisboa. Sobre a obra publica-se o texto de Rita Santos.
“Reflexos da Realidade”, site specific de Manolo Paz no Espaço Oficina da Galeria Fernando Santos no Porto, estará patente ao público de 8 de Novembro a 23 de Dezembro. Sobre a instalação publica-se o texto deste escultor galego.
Duas posturas, ou vias, se apresentam ao ser humano que procura aperfeiçoar-se: a emotiva e a racional, ou a do coração e a da cabeça. Antes de se atingir o objectivo, ambas terão de confluir. Na arte contemporânea e nas obras que se produziram durante o século passado, estes caminhos manifestaram-se em desenvolvimentos intuitivos. Em diálogo permanente com a matéria, reconfigurando a poética – os denominados artistas expressionistas; e os conceptualistas, em confronto, a desenvolverem pesquisas e raciocínios dedutivos, questionando e expandindo conceitos estabelecidos. Estas e outras oposições permanecem, pois os seus partidários, numa posição inflexível, cristalizaram as formas de expressão e castraram posteriores desenvolvimentos da Arte. A aproximação e a síntese destes grupos, antagónicos mas complementares, conduzirá por certo, à resolução e ao tão desejado aparecimento de novas estruturas na representação.
Sobre “s/he is her/e” de Ana Jotta patente no Espaço Fidelidade Mundial Chiado 8 Arte Contemporânea até 14 de Novembro publica-se o texto - ainda com carácter provisório - para catálogo do comissário da exposição Ricardo Nicolau.
Nuno Sousa Vieira vai realizar uma apresentação única do seu projecto “Redesenhar” no próximo dia 13 de Novembro no Empty Cube, em Lisboa, pelas 21h30. Sobre o evento publica-se o texto “Procedimentos” de João Silvério.
“É preciso que a vida inspire confiança” um filme de Cíntia Gil e Maria Joana realizado a partir da obra de Gonçalo Barreiros estará em exibição a partir de dia 28 de Outubro das 18h às 20h com a presença das realizadoras e do artista na Vera Cortês Agência de Arte, em Lisboa. As sessões iniciam-se a cada 30 min. O filme continuará em exibição até ao dia 31 de Outubro, o último dia da exposição de Gonçalo Barreiros. Sobre o filme publica-se um texto das realizadoras.
“Naufragis II” é o título da segunda exposição individual do artista catalão Jordi W. Saladrigas (Barcelona 1958), na Galeria Sicart em Barcelona (Vilafranca del Penedès). Sobre a mostra que se encontra patente ao público até 5 de Dezembro, publica-se o texto de Juan Bufill.
A elipse estende-se por dentro do infinito, não tem fim, nunca acaba. A sua forma visível – o cilindro – é apenas aparente e sintoma de uma percepção centrada no exterior, a constranger-nos o olhar. A Ideia e o Universo representado não são independentes, mas quem observa e quem concebe? E o que se pressente e o que se caracteriza? Qual a extensão do corpo e a das partes? Como se relacionam? Que acções, ameaças e desafios se topam no caminho inevitável para o despertar?
David de Almeida tem quase quarenta anos de pintura e gravura. Hoje, por necessidade de expressão, evoluiu para a escultura. As suas obras de sempre projectam texturas fortes, revelando um corpo táctil intenso, que agora se transfiguram em esculturas minimais de superfícies lisas. Este é o seu grande salto, mostrado na Galeria Valbom, em Lisboa, até ao dia 29 de Novembro. “A escultura já tem o volume que me enche a mão” - disse.
Sobre a mostra de Miguel Soares “Vídeos e Animações 3D 199-2005”, patente nas galerias 1 e 2 da Culturgest até 4 de Janeiro de 2009 publica-se a seguir o texto Miguel Miguel Wandschneider fez para o jornal da exposição.
Sobre a exposição colectiva de jovens artistas andaluzes, “Estilo Segunda Modernización. 2nd Modstyle”, que decorre no Centro Andaluz de Arte Contemporáneo em Sevilha (Espanha), até 8 de Fevereiro de 2009 publica-se o texto “Sure know something” do comissário da mostra David López-Panea.
A propósito da mostra de Mahi Binebine na Galeria «L'Atelier 21» em Casablanca (Marrocos), de 21 de Outubro a 10 de Novembro, publicam-se alguns apontamentos sobre o seu universo pessoal.
Sobre a mostra de Cláudia Conduto, “moradia 361”, patente na Galeria de Exposições Temporárias do Governo Civil de Lisboa até 28 de Dezembro, publica-se o texto do arquitecto José Manuel Fernandes.
Cláudia Conduto expõe “moradia 361” até 28 de Dezembro na Galeria de Exposições Temporárias do Governo Civil de Lisboa. A obra é um “work in progress” que a artista realiza no âmbito da iniciativa Territórios de Transição. Sobre a mostra publica-se um texto de Cláudia Conduto e um outro do arquitecto José Manuel Fernandes .
“A Triple Act” apresenta pela primeira vez em Portugal os trabalhos de Lori Hersberger, Francisco da Mata e Gerold Miller. Sobre a mostra, patente na Caroline Pagès Gallery de 13 Novembro a 3 Janeiro de 2009, publica-se o texto de Rita Santos.
O recurso ao exagero na expressão artística contemporânea vulgarizou-se. Acompanhou a inflação do número de “obras” e a valorização exterior de egos desmesurados. Quando o artista recorre à hipérbole e esquece o uso simultâneo da metáfora conseguirá chamar a atenção sobre si e o seu trabalho. Quanto ao resto…