| By Vítor Leal,
on 28-10-2009 15:01
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A universidade de Saragoça, no edifício Paraninfo, apresenta a exposição "Después de la alambrada. El arte español en el exilio. 1939-1960". Patente de 7 de Outubro a 13 de Dezembro de 2009.
A exposição organizada pela Universidade de Saragoça e pela Sociedad Estatal de Conmemoraciones Culturales (SECC), comissariada por Jaime Brihuega.É uma selecção de cerca de duzentas peças de meia centena de artistas espanhóis que recorreram ao exílio nas décadas de 40 e 50, produzindo obras onde a contaminação das culturas dos países de acolhimento se evidencia. Procura-se demonstrar uma cultura de exílio, de busca de liberdade, de afirmação, de busca que caracterizou parte da produção artística dos dois primeiros terços do século XX na Europa, aqui centrada no Universo dos artistas espanhóis. Tal foi organizado a partir de duas situações fundamentais na História espanhola. A primeira o final da Guerra Civil de Espanha e a modernização da arte espanhola sob o regime de Franco. È um olhar sobre Espanha, sobre a mentalidade, estética, ética, histórica deste período, tomando as obras de arte como documentos fundamentais para compreender a História. Destacando-se obras de obras de Remedios Varo, El Tiforal 1947; Julián Castedo, Moreno, Villa Nocturno 1950-1952; Alberto, Manuela Ballester, Retrato de Totli, 1949; José Bardasano, Fernández Balbuena, García Narezo, Elvira Gascón, Cristo, c. 1957; Rodríguez Luna, Maruja Mallo, Gausachs, Martín Durbán, Maternidad, 1943; Clavé, Óscar Domínguez, Feliú Elías, García Lamolla, Pérez Rubio. Apresentando-se posteriormente no Museo de Bellas Artes y Palacio de la Merced (Córdoba) entre Dezembro de 2009 e Fevereiro de 2010, na La Nau (Valencia) entre Fevererior e Abril de 2010 e no Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo (MEIAC) (Badajoz) entre Maio e Julho de 2010. |
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