| By e-vai,
on 27-01-2011 21:06
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Jorge Molder expõe "Operações Especiais" em Castelo Branco, de 18 de Fevereiro a 15 de Março de 2011. A mostra conta com quatro séries do autor, entre elas uma obra escultórica inédita no espaço expositivo português e a sua mais recente obra "Pinocchio. Publica-se a seguir o press release.
Jorge Molder, Grande Prémio EDP/Arte 2010, vai “estrear” o antigo edifício dos CTT de Castelo Branco com uma exposição intitulada “Operações Especiais”, alargada a um número significativo de obras de algumas das suas mais importantes e recentes séries fotográficas, a inaugurar a 18 de Fevereiro, pelas 18 horas, uma organização da Câmara Municipal de Castelo Branco, com o apoio da ESART. A mostra irá integrar quatro séries: “Algum Tempo Antes”, uma instalação composta por uma série fotográfica e uma escultura, pertencente à Telefónica, Madrid, nunca exposta em Portugal; “Pinocchio”, a sua mais recente obra, que propõe um conceito de narrativa totalmente novo na sua obra; e ainda as séries “Não Tem que me Contar Seja o que For” e “Condição Humana”. A obra de Jorge Molder, segundo a Comissária, Vanda Guerreiro, pode ser definida como “a fotografia de um limiar. São imagens de uma narrativa onde as suas personagens são frequentemente colocadas próximas do umbral de uma passagem, por vezes vislumbrável. O artista revela algumas chaves de acesso, mostra perigos que se deparam à personagem ou as dores e os perigos dessa incessante procura. A narrativa constituída por toda a sua obra é construída ao estilo dos épicos clássicos, mas resolvida em fotografia, e apresenta-se como um aviso aos incautos e um desafio aos destemidos, mas é também a sua própria história”. Jorge Molder está representado na larga maioria das mais importantes colecções portuguesas, de que se destacam a Caixa Geral de Depósitos (Lisboa), a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (Lisboa), e o Centro de Arte Moderna José de Azeredo de Perdigão da Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa). Tem também obras em muitas colecções estrangeiras como Art Institute of Chicago, Artothèque de Grenoble (Grenoble), Everson Museum of Art (Syracuse, Nova Iorque), Fonds National d'Art Contemporain (Paris), Maison Européenne de la Photographie (Paris), Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia (Madrid), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Brasil), e Museo Estremeño Iberoamericano de Arte Contemporáneo (Badajoz). A exposição está patente até 15 de Maio e integra uma nova série de iniciativas da Câmara Municipal de Castelo Branco no âmbito da arte contemporânea, com alguns grandes nomes nacionais e internacionais. Segundo Joaquim Morão, presidente da Câmara, “esta aposta na Arte Contemporânea é mais um sinal inequívoco do investimento que estamos a realizar para que Castelo Branco seja, cada vez mais, uma referência em termos de oferta cultural”. Entretanto, também em Castelo Branco, por ocasião da inauguração da mostra realizar-se-á (em data a definir) uma mesa redonda no âmbito do Fórum ESART, com a participação do artista e como convidados António Pedro Pita, Professor Catedrático da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Coordenador do Grupo de Investigação “Correntes Artísticas e Movimentos Intelectuais” do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra e Director Regional de Cultura do Centro; Delfim Sardo, Professor de História de Arte Moderna e Contemporânea na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, lecciona na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e é docente em programas de Mestrado na Universidade Lusófona e na Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa; Manuel Rodrigues, regente da cadeira anual de Estética no AR.CO, Centro de Arte e Comunicação Visual, e leccionou filosofia em diversas universidades; Vanda Guerreiro, Comissária da exposição, promoveu a criação do Centro de Arte Contemporânea de Vilamoura e da comunidade crítica “O Corvo”, participou no lançamento e desenvolvimento do portal de arte e-vai.net, professora da Escola de Artes de Cascais e directora da Galeria Uno, Centro Cultural de Belém. |
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